quinta-feira, 5 de julho de 2012

Porque a chave é a colaboração...

É tanta coisa para se falar sobre essa revolução das mídias digitais... E sabe que, quando postei meu primeiro texto, questionando a utilização da internet pelas crianças e como fazê-las aproveitar de maneira positiva esse recurso, realmente não esperava obter alguma fagulha que pudesse me inspirar a encontrar alguma resposta tão rapidamente...
Mas depois de tantas postagens de todas vocês meninas, introduzindo várias possibilidades diferentes de utilização de toda essa "parafernália tecnólogica"para o bem, várias ideias, opiniões, pensamentos e tudo o mais, vi que o juntaope.blogspot tinha a resposta para a minha dúvida: a chave é a colaboração!
Nas redes sociais, apesar dos inúmeros amigos acumulados, muitas vezes estamos sós diante da tela de um computador apenas "curtindo" o que outro postou, mais como uma obrigação de afirmar que temos um ponto de vista ou que somos seres sociáveis, do que em colaborar para a construção de um diálogo, que nos faça crescer como seres humanos. Nos tornamos seres "monológicos".
E acho que falta justamente isso: estimular essa criançada a aproveitar a internet como forma de "juntar o pé", e não apenas mostrá-lo para os outros.
Vamos juntar o pé!!!!!

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Tecnologia e educação


Pierre Lévy prevê substituição do livro didático e do caderno por computadores e tablets nas salas de aula - Sociólogo participou do 5º Congresso Internacional da Rede Católica de Educação


http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,pierre-levy-preve-substituicao-do-livro-didatico-e-do-caderno-por-computadores-e-tablets-nas-salas-de-aula,894592,0.htm

domingo, 1 de julho de 2012

Falando em Juntar os pés, essas fotos são da minha turma do ano passado, na EMEI Brigadeiro Eduardo Gomes, quando realizamos um trabalho de percepção e exploração dos pés, dentro da proposta de Dança Contemporânea que desenvolvemos na escola... o resultado foi sensacional!!













Animando no Amorim 2010

O vídeo  "Animando no Amorim 2010" foi realizado por um amigo no período que foi estagiário de Artes Visuais na EMEF Amorim Lima. Esse trabalho foi realizado com jovens do 7° e 8° ano e exemplifica que é possível utilizar dos recursos das mídias digitais em projetos de artes, principalmente com jovens, pois essas linguagens  fazem parte do "universo" dos adolescentes. E também torna-se um meio para trabalhar com a criatividade e processo de criação. 



http://youtu.be/WFQ9lvVoz8w

Pode escrever sobre o que quiser ???

Gostaria de postar aqui a experiência de escrever pela primeira vez em um blog, pois até então, nunca tinha pensando em usar esse recurso,  já que  a internet tinha um espaço bem limitado na minha vida, sendo usada apenas para checar emails, passadinhas  rápidas pelo orkut, hoje o facebook, que uso sem tanta intimidade.
Confesso que faz pouco tempo que descobrir alguns “encantamentos” da internet,  e me sinto seduzida, pois é muito prazeroso ver vídeos no youtube, ler blogs  interessante de amigos e desconhecidos, baixar livros, filmes e músicas,  com tanta agilidade e comodidade.  Aos poucos sinto que estou me rendendo aos encantos das mídias digitais, pois essas ferramentas vão preenchendo nossas rotinas pelas facilidades e agilidades de lidar com a informação / comunicação.
No entanto, ainda estranho a rapidez  e a efemeridade de como tudo se transforma e se modifica na era da tecnologia e informação.  Há uma tendência desenfreada pela renovação  constante dessas tecnologias,  de uma forma muito acelerada que não acompanha o movimento do ser humano. Além de outros aspectos negativos, cito a dependência  que passamos a sentir com o aparecimento das mídias digitais, e a inauguração de uma sociedade virtual, que cria diariamente novas formas de relacionamento humano,  como exemplo, chats de bate-papo, sites de relacionamento, que marcam a nossa sociedade atual.
São muitas questões  polêmicas que podem ser  discutidas sobre as interferências das mídias digitais na sociedade. Pensar sobre o que escrever no primeiro post foi um exercício lento e difícil, assim como, ter a disposição para aprender a mexer em mais um recurso, mas que no final me deu um gostinho libertador, pois poderia escrever sobre o que quiser.